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Custo e reajuste

Reajuste do plano de saúde: 7 maneiras de reduzir a mensalidade

Seu plano de saúde aumentou e está pesando no orçamento? Você pode estar pagando mais do que precisa! Descubra 7 estratégias que podem ajudar a reduzir sua mensalidade sem abrir mão de uma boa cobertura. A Takashima Corretora ajuda você a comparar alternativas e encontrar um plano adequado às suas necessidades. Fale com nossos especialistas e solicite uma análise gratuita, sem compromisso!

Por Rammon Takashima
Publicado em · 7 min de leitura

Casal planejando seu orçamento.

Seu plano de saúde aumentou e a mensalidade está pesando no orçamento? Antes de pensar em cancelar, saiba que existem estratégias que podem ajudar você a pagar menos e continuar contando com uma boa assistência médica.

Muitas pessoas e empresas continuam pagando valores elevados por seus planos de saúde simplesmente porque desconhecem as alternativas disponíveis no mercado.

A boa notícia é que um reajuste não significa, necessariamente, que você precisa aceitar o novo valor sem avaliar outras possibilidades.

Com orientação adequada, é possível comparar operadoras, ajustar características do contrato e identificar alternativas mais econômicas, respeitando suas necessidades de atendimento.

Neste artigo, a Takashima Corretora apresenta sete estratégias que podem ajudar você a economizar.

Por que os planos de saúde aumentam todos os anos?

Os reajustes acontecem, entre outros fatores, devido à variação dos custos médico-hospitalares e às condições previstas nos contratos. Entretanto, nem todos os planos seguem as mesmas regras.

Contratos com até 29 vidas (PME): Seguem o agrupamento de contratos (pool de risco) determinado pela Resolução Normativa RN 565/2022 da ANS. A operadora aplica um percentual único para todos os seus contratos pequenos, com médias de mercado em 2026 geralmente variando entre 9,9% e cerca de 13%, a depender da operadora (Exemplos: Amil em 11,98% , SulAmérica em 11,83% e Bradesco Saúde em 12,96%)

Já nos planos coletivos empresariais e por adesão, os reajustes seguem regras diferentes e não estão sujeitos ao mesmo teto percentual definido pela ANS.

Nos contratos coletivos com menos de 30 beneficiários, em regra, aplica-se o índice de agrupamento de contratos da operadora. Nos contratos com 30 ou mais beneficiários, o reajuste envolve negociação entre a pessoa jurídica contratante e a operadora.

Também podem ocorrer reajustes por mudança de faixa etária, conforme as regras aplicáveis ao contrato.

Por isso, entender o tipo de plano contratado é o primeiro passo para descobrir suas possibilidades de economia.

1. Confira se o reajuste aplicado está correto

Antes de aceitar o aumento, procure entender de onde veio o percentual cobrado.

Verifique a data de aniversário do contrato, o tipo de contratação e se o reajuste corresponde às regras aplicáveis ao seu plano.

No caso de contratos coletivos, também é importante solicitar informações sobre o índice aplicado e sua justificativa.

Identificar possíveis inconsistências ou conhecer melhor as condições contratuais pode ajudar você a tomar uma decisão mais segura.

2. Avalie se você realmente precisa de toda a rede credenciada

Um plano com ampla rede de hospitais, clínicas e laboratórios pode oferecer vantagens importantes, mas nem sempre todas essas opções são utilizadas.

Pergunte a si mesmo: quais hospitais você realmente frequenta? Quais laboratórios são essenciais? Seus médicos atendem em outras redes?

Dependendo das respostas, um plano com rede credenciada mais direcionada pode apresentar uma mensalidade menor.

O segredo não é contratar simplesmente o plano mais barato, mas encontrar aquele que atende às suas necessidades por um valor mais adequado.

Antes de qualquer mudança, confirme os prestadores disponíveis, os serviços cobertos e as condições de atendimento.

3. Considere um plano com coparticipação

Você sabia que existem planos nos quais o beneficiário paga uma mensalidade e participa de parte dos custos quando utiliza determinados serviços?

São os chamados planos com coparticipação.

Dependendo da operadora e do produto, eles podem apresentar mensalidades inferiores às de modalidades sem coparticipação.

Essa alternativa pode ser interessante para quem procura equilibrar o custo mensal com sua expectativa de utilização.

Entretanto, é fundamental analisar as regras, os valores cobrados por atendimento e a frequência de uso. Quem realiza muitas consultas, exames ou tratamentos pode acabar tendo um custo total maior.

4. Reveja a abrangência e a acomodação do seu plano

Seu plano oferece cobertura nacional, mas você utiliza serviços médicos quase exclusivamente na sua cidade?

Em determinadas situações, avaliar uma alternativa de abrangência regional pode representar uma oportunidade de economia.

O mesmo raciocínio vale para a acomodação hospitalar. Planos com enfermaria podem ter mensalidades inferiores aos que oferecem quarto individual.

Essas características influenciam o preço, mas também a experiência e as possibilidades de atendimento.

Por isso, qualquer alteração deve ser analisada com cuidado, especialmente quando existem tratamentos em andamento ou necessidades médicas específicas.

5. Compare as alternativas de planos empresariais

Se você possui uma empresa ou é Microempreendedor Individual (MEI), vale investigar as opções de planos empresariais disponíveis.

Dependendo do perfil da empresa, da quantidade de beneficiários e das condições comerciais, essa modalidade pode oferecer alternativas interessantes de contratação.

Entretanto, ter um CNPJ não significa automaticamente conseguir um plano mais barato.

Cada operadora estabelece critérios de elegibilidade e contratação, respeitando a regulamentação aplicável.

Uma comparação adequada deve considerar não apenas a mensalidade inicial, mas também as condições de reajuste, as coberturas e os custos futuros.

6. Verifique a possibilidade de portabilidade de carências

Um dos principais receios de quem deseja trocar de plano de saúde é precisar cumprir novamente os períodos de carência.

Mas existe uma possibilidade importante: a portabilidade de carências.

Esse mecanismo, regulamentado pela ANS, permite que beneficiários que atendam aos requisitos aplicáveis mudem de plano sem cumprir novos períodos de carência ou cobertura parcial temporária.

Entre os critérios que podem ser exigidos estão o tempo mínimo de permanência no plano anterior, a regularidade dos pagamentos e a compatibilidade entre os produtos.

Assim, você pode avaliar outras alternativas sem necessariamente começar novamente todos os prazos de espera.

Atenção: a portabilidade não é automática. Antes de trocar ou cancelar seu plano atual, confirme se você atende às condições necessárias.

7. Compare e negocie antes de renovar o contrato

Muitas empresas só procuram alternativas depois de receber um reajuste elevado.

O ideal é começar essa análise antes do aniversário contratual, quando há mais tempo para comparar propostas e avaliar possibilidades de negociação.

Nos contratos empresariais com 30 ou mais beneficiários, a negociação do índice pode ser especialmente relevante.

Já nos contratos menores, sujeitos às regras de agrupamento, conhecer os produtos de outras operadoras pode ajudar a identificar alternativas.

Comparar antecipadamente permite avaliar mensalidades, rede credenciada, coparticipação, cobertura e regras de contratação com mais tranquilidade.

Como saber se vale a pena trocar de plano?

A resposta depende do seu perfil.

Um plano mais econômico nem sempre oferece as mesmas condições de atendimento. Por isso, a comparação precisa considerar o que realmente importa para você, sua família ou sua empresa.

Antes de decidir, avalie:

  • O valor atual e o histórico de reajustes.
  • Os hospitais, médicos e laboratórios essenciais.
  • A frequência de utilização dos serviços.
  • A abrangência geográfica necessária.
  • As regras de carência e portabilidade.
  • As diferenças entre mensalidade e custo total.

Uma análise criteriosa pode revelar oportunidades que não aparecem quando se compara apenas o preço.

Seu plano ficou caro? A Takashima pode ajudar você a encontrar alternativas

Você não precisa esperar o próximo reajuste para descobrir se existem opções mais adequadas ao seu orçamento.

A Takashima Corretora atua com planos de saúde e pode ajudar você a comparar alternativas, entender as condições de contratação e avaliar possibilidades para sua família ou empresa.

Nosso objetivo é ajudar você a tomar uma decisão consciente, buscando equilíbrio entre preço, cobertura e qualidade de atendimento.

Cada situação precisa ser avaliada individualmente. A possibilidade de economia depende dos produtos disponíveis, do perfil dos beneficiários e das condições de contratação.

Quer descobrir se está pagando mais do que precisa pelo seu plano de saúde?

Entre em contato com a Takashima Corretora pelo WhatsApp, solicite uma análise das alternativas disponíveis e receba uma cotação sem compromisso.

Takashima Corretora — ajudando você a encontrar o plano de saúde adequado às suas necessidades.

Fontes consultadas

Conteúdo informativo, revisado em 28 de outubro de 2026. Regras de operadora mudam; na cotação, o Rammon confirma o que vale para o seu contrato.

Rammon Takashima

Rammon Takashima

Corretor de planos de saúde em João Pessoa. Há 5 anos compara operadoras para quem tem CNPJ ou é MEI, com mais de 295 empresas atendidas.

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